Walquíria Quida Salles Pereira Primo

Bem vindo ao consultório de ginecologia da Dra. Walquíria Quida

PRINCIPAIS TRATAMENTOS

prevencao do cancer ginecologico
ginecologia geral brasilia df - dra walquiria quida
  • Câncer de colo de útero

  • Prevenção do Câncer

  • Climatério

  • HPV

  • Doenças vulvares

  • Infecções Genitais

  • Reposição Hormonal

ginecologista brasilia - livros publicados

LIVROS PUBLICADOS

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COLPOSCOPIA

colposcopia é um exame muito importante para detectar precocemente câncer do colo do útero.
O colposcópio é um microscópio grande que é posicionado em frente à vagina e focalizado na cérvice (colo uterino) para captar imagens em alta resolução e com isso o médico pode identificar áreas anormais que necessitam ser biopsiadas se identificar lesões pré cancerígenas ou cancerígenas.
É um exame realizado em ambiente ambulatorial.
O procedimento da colposcopia é simples e relativamente indolor, apesar de a mulher poder sentir algum desconforto.

colposcopia brasilia df 2
colposcopia brasilia df 2

HPV

HPV é a sigla em inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, sendo que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.

A infecção pelo HPV é muito frequente, mas transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer), pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e boca.

Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Dentre os HPV de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero.

Já os HPV 6 e 11, encontrados em 90% dos condilomas genitais e papilomas laríngeos, são considerados não oncogênicos.

É um tumor que se desenvolve a partir de alterações no colo do útero, que se localiza no fundo da vagina. Essas alterações são chamadas de lesões precursoras, são totalmente curáveis na maioria das vezes e, se não tratadas, podem, após muitos anos, se transformar em câncer.

As lesões precursoras ou o câncer em estágio inicial não apresentam sinais ou sintomas, mas conforme a doença avança podem aparecer sangramento vaginal, corrimento e dor, nem sempre nessa ordem. Nesses casos, a orientação é sempre procurar um posto de saúde para tirar as dúvidas, investigar os sinais ou sintomas e iniciar um tratamento, se for o caso

Aproximadamente 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos. Comparando-se esse dado com a incidência anual de aproximadamente 500 mil casos de câncer de colo do útero, conclui-se que o câncer é um desfecho raro, mesmo na presença da infecção pelo HPV. Ou seja, a infecção pelo HPV é um fator necessário, mas não suficiente, para o desenvolvimento do câncer do colo do útero.

Alguns fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos que determinam a regressão ou a persistência da infecção pelo HPV e também a progressão para lesões precursoras ou câncer. O tabagismo, o início precoce da vida sexual, o número elevado de parceiros sexuais e de gestações, o uso de pílula anticoncepcional e a imunossupressão (causada por infecção por HIV ou uso de imunossupressores) são considerados fatores de risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero. A idade também interfere nesse processo, sendo que a maioria das infecções por HPV em mulheres com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo que acima dessa idade a persistência é mais frequente.

Com a vacinação contra o HPV antes do início da vida sexual e fazendo o exame preventivo (de Papanicolaou ou citopatológico), que pode detectar as lesões precursoras. Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas é possível prevenir a doença em 100% dos casos.

O exame deve ser feito preferencialmente pelas mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual. Os dois primeiros exames devem ser feitos com intervalo de um ano e, se os resultados forem normais, o exame passará a ser realizado a cada três anos.

CIRURGIAS

Agende sua consulta pelo telefone (61) 3346-7281 / (61) 3445-1866 / (61) 99668-7340

Horário de funcionamento: 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00

Endereço: SHLS 716 – Centro Clínico Sul Torre 2, Sala 219, 2º Andar, Asa Sul, Brasília-DF

Formação acadêmica – Titulação

* 1980 – 1985: Graduação em Medicina.
Universidade Federal de Uberlândia – UFU

* 1986 – 1987: Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia.
Universidade Federal de Uberlândia – UFU

* 1997: Treinamento e aperfeiçoamento em Ginecologia Oncológica.
SES/DF HBDF: Carga horária: 1.200 hs
Título do artigo: Câncer do Colo do Útero no Distrito Federal em 1996

* 2002: Especialização em Bioética. Universidade de Brasília – UnB.
Cátedra UNESCO de Bioética: Carga horária: 375hs
Título da monografia: Estudo bioético da informação no diagnóstico do HPV em mulheres do Distrito Federal

* 2003 – 2004: Mestrado em Ciências da Saúde.
Universidade de Brasília – UnB.
Título: ESTUDO PROSPECTIVO, ALEATORIZADO E DUPLO-CEGO NO USO DO ROFECOXIB VERSUS PLACEBO NA AVALIAÇÃO DA INTENSIDADE DA DOR NA HISTEROSCOPIA DIAGNÓSTICA.

* 2006 – 2008: Doutorado em Ciências da Saúde.
Universidade de Brasília – UnB.

* Título: A COMUNICAÇÃO ENTRE MÉDICOS E PACIENTES NO DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E PROGNÓSTICO DE CÂNCER GINECOLÓGICO E MAMÁRIO: ANÁLISE BIOÉTICA.

TÍTULOS E CONCURSOS

1988: Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia – TEGO – conferido pela AMB e FEBRASGO. TEGO nº 235/88., FEBRASGO

1988: Concurso público para ginecologia e obstetrícia FHDF – Edital Nº001/1988: 2º lugar

1997: Título de Qualificação em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, Sociedade Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia – ABPTGIC

2002: Aprovada no Concurso para obtenção do Certificado de Atuação na Área de Histeroscopia, FEBRASGO

2002: Aprovada no Concurso para obtenção do Certificado de Atuação na Área de Laparoscopia, FEBRASGO

ATIVIDADES LIGADAS AO ENSINO

Supervisora
Treinamento em Serviço em Ginecologia Oncológico, 2012. 2004 hs.
Treinamento em Serviço em Ginecologia Oncológico, 2014. 2004 hs.


Professora de Ginecologia na Faculdade de Medicina na Universidade de Brasilia.

Professora no Módulo de Bioética Clínica no Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Bioética, 2009, 2010 e 2011. UnB.

Docente no I Curso de Introducciòn a la Bioetica clìnica y social. Red Latinoamericana y del Caribe de Bioética/UNESCO, 2008. Argentina/Espanhol.

Preceptora do programa de residência médica no Hospital de Base do DF 2008-2010.

ATIVIDADES ASSOCIATIVAS

Diretora científica da SGOB: 2008-2009
Presidente da SGOB: 2010-2011
Presidente do capítulo ABPTGIC-DF: 2013-2018
Presidente da Comissão Nacional de PTGI da Febrasgo: 2013-2016
Membro da Comissão Nacional de Ginecologia Oncológica da Febrasgo: 2016-2018
Tesoureira da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB): 2016-2018
Membro da Diretoria da ABPTGIC- Nacional: 2015-2018

ORGANIZAÇÃO DE CONGRESSOS – 40

* Presidente do I Simpósio DST/AIDs DF: 2005
* Presidente do IV Simpósio de Atualização em Ginecologia Oncológica HBDF: 2006
* Presidente do 1º Congresso Internacional de Ginecologia Oncológica do DF pela SGOB: 2009
* Presidente do 43° Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal, 4º Congresso Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, 21º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Brasil Central da FEBRASGO: 2010
* Presidente do 43° Congresso de Ginecologia e Obstetrícia Presidente do 44º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia DF, 5º Congresso Internacional de Ginecologia e Obstetrícia do DF e 1º Congresso de Cirurgia em Ginecologia e Obstetrícia do DF: 2011
* 14th World Congress of Cervical Pathology and Colposcopy – IFCPC – Member of the Marketing Committee: 2011
* Presidente do 10° Simpósio de Atualização em Ginecologia Oncológica da UGON/HBDF: 2012

Coordenadora da Unidade de Ginecologia Oncológica do SES/HBDF: 2013-2016.

Coordenadora e líder da equipe de revisão de AGC, adenocarcinoma in situ e adenocarcinoma invasor do colo do útero das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero do INCA/MS:
1ª edição 2011:ISBN 978-85-7318-184-5
2ª edição 2016: ISBN 978-85-7318-295-8

PRÊMIOS

  • Primeiro lugar dos temas livres em Ginecologia com o trabalho intitulado: Analgesia preemptiva em histeroscopia diagnóstica. Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do DF.
    2006

  • Primeiro lugar dos temas livres em Ginecologia com o trabalho intitulado: A Comunicação entre médicos e pacientes no diagnóstico, tratamento e prognóstico de câncer genital ou mamário: Análise bioética. Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do DF.
    2010

Artigos completos publicados em periódicos: 17

1. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira; CORGOZINHO, M. M. Análise bioética sobre o acesso dos usuários às unidades de terapia intensiva no Brasil. Saúde em Debate. v.36, p.215-224; 2012.
2. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira; GARRAFA, Volnei
Análise Ética da Revelação do Diagnóstico e Tratamento em Pacientes com Câncer Genital ou Mamário. Revista da Associação Médica Brasileira. v.56, p.397 – 402; 2010.
3. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira; CARDOSO, Jefferson Rosa, MIRANDA, Carlos. Analgesia Preemptiva em Histeroscopia Diagnóstica. Brasília Médica. v.44, p.7 – 16; 2007.
4. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira; GARRAFA, Volnei. Estudo Bioético da Informação sobre o Diagnóstico, Tratamento e Prognóstico de Pacientes com Câncer Ginecológico e Mamário. Comunicação em Ciências da Saúde. v.18, p.237 – 248, 2007.
5. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira
Avaliação da acurácia da histeroscopia diagnóstica no estudo da cavidade uterina e do endométrio utilizando como padrão o exame histopatológico.. Brasília Médica. v.43, p.1 – 8, 2006.
6. PRIMO, Walquíria Quida Salles Pereira
Avaliação da acurácia ultrassonográfica no estudo da cavidade uterina utilizando como padrão ouro a histeroscopia diagnóstica. Revista de Saúde do Distrito Federal. v.17, p.27 – 35, 2006.